B) Processo de Cristalização na Biorremediação
Após
a quantificação percentual de cada produto que compõe a mistura microbiológica
equivalente à Patente de Inovação UFBA 2010, estes foram homogeneizados e
colocados em placas de Petri fechadas. Estes procedimentos foram feitos por
etapa, inicialmente a fim de serem repicadas as semeaduras nos aquários de
experimental, protótipo de campo para biorremediação. Em segundo para serem
observadas as reações bioquímicas, entre
microorganismos (fungos) e as substancias organicas e inorganicas presente na
mistura de hidrocarbonetos, sedimento e recina de mamona, além da presença da
solução salina os quais são determinados
pelo tempo e volatilização para o processo de cristalização
protéica.
1.
2.
1 Caracterização dos Cristais Protéicos
Sabe-se que o cristal Halita (NaCl) também é o responsável pelos
compostos com ligação iônica. Para
investigação dos possíveis elementos inorgânicos que estão contribuindo na
biorremediação foi analisado de Fluorescência de Raios-X, e Difratometria de
Raios-X. Para tal análise, selecionou-se os cristais em aparelho de Lupa
Eletrônica, foram macerados e condicionados, obtendo-se o 7º resultado de XRF e
8º resultado, Difratometria de Raios-X. Para comprovação foi realizada a
semeadura 2 para comparação com o fator tempo, o antes e depois de 90 dias e
analisado por Difratometria de Raio-X. Outra metodologia empregada foi para analisar
o residual de produto microbiológico cristalizado em infravermelho. Fez-se pastilhas
de boro, obtendo-se a origem orgânica do produto.
2. 2.
2 Formação de película, biopolímero durante a biorremediação
Percebeu-se que, com 4 dias, a simulação com o fungo Aspergillus spp e o bioestímulo torta de
mamona gerou, em cima da água, uma camada de emulsão oleosa, redução e
mobilidade, que passou a ficar escura e turva. Com 15 dias, a solução
apresentava-se muito escura, com fermentação de fungos e emulsão na superfície.
Já com 34 dias, as substâncias que estavam emulsificadas formaram uma película
biopolímeros, enquanto que a solução salina tornou-se de cor clara, sem espuma
e com resíduo de sedimento no fundo. Provavelmente o biopolímero
foi sintetizado pelo processo de transformação bioquímica e microbiológica dos
fungos, para o seu metabolismo e
assimilação. Este processo de
polimerização residual foi analisado em infravermelho (Capítulo 4). Pode-se então fazer uma comparação entre os dois
resultados de infravermelho, do biopolímero e do cristal protéico.
A composição inorgânica da membrana biopolímero foi
investigada com base nos dados dos de XRF, comparando a produção dos fungos Aspergillus spp, seco e gelatinoso com
amostras dos Penicillium spp ,
gelatinoso.
2. 2. 3 Análise
Microbiológica e caracterização dos fungos durante o período de biorremediação
As amostras colhidas no experimental
do laboratório de campo foram enviadas ao Laboratório de Toxicologia de Farmácia
da UFBA analisadas, com o objetivo de acompanhar, isolar e identificar os
fungos adicionados e os já existentes no sedimento. No resultado Microbiológico
obteve-se o Reino Fungi, do Filo
Ascomycota, dos Gêneros Aspergillus spp e Penicillium
spp e espécies Aspergillus flavus, Aspergillus
niger. Houve também os contaminantes
Mucor
spp e Paecilomyces spp. Como
já foi apontado anteriormente, este trabalho utiliza como base as espécies Aspergillus
spp, mais especificamente Aspergillus flavus e Penicillium spp.
3 RESULTADOS
Inicialmente foram caracterizados os
produtos e substâncias que compõe a mistura microbiológica para comparação posterior com os resultados
do processo de biorremediação. Assim sendo, foi analisada a granulometria com
centrifugação do sedimento manguezal coletado em campo contaminado.
Foi obtido o perfil granulométrico inicial coma curva aberta na lateral
e menos intensa evidenciando ter ainda material a ser avaliado. Foi então
acionada a centrifugação o que permitiu um pico mais vertical e elevado com o
resultado de D(v.05) = 23.30 µm com centrifugação para o sedimento manguezal.
Para caracterização dos componentes
da Mistura Microbiológica, cada um
foi analisado antes da fase experimental de campo em Cromatografia líquida, conforme
mostra apresentando o gráfico Ternário. Como resultado da extração das alíquotas de três frações de hidrocarbonetos saturados,
aromáticos e NSO, observa-se que existe uma concentração muito elevada, cerca
de 97.7% dos compostos NOS, uriundos da glicerina e torta de
mamona, os quais irão contribuir para o aumento de MCNR/Kg.
Outro procedimento de investigação foi realizado
como a análise de Nitrogênio total cujo resultado, obtido foi a concentração
média de 0,16%, o que se convencionou que seria adicionado 10 g de NPK para cada amostra
de simulação.
Como resultado das análises de Fosfato
em três amostras de sedimento manguezal contaminado (Tabela 03), foram obtidos
concentrações de 14.8 mg/Kg e 14.4 mg/Kg com uma média para as três amostras de
sedimento branco de referência de 0.0144mg/Kg.
Durante as 8
semanas de experimental, em aquários, no laboratório de campo, foram tomados os
parâmetros físico-químicos e organizados em uma tabela (tabela 04). Com esses
resultados foram feitos gráficos do comportamento do pH e Eh o que as
simulações evidenciam o aumento do ph e a diminuição do Eh, muito baixo criando
condições redutivas, indicando a
biorremediação nas transformaçõe bioquímicas.
No inicio e no final, como indica
na literatura, o pH se mostrou ácido, entretanto, durante o período de maior
biorremediação se manteve neutro entre 7,5 e 8,0. O Eh iniciou com 56 (Mv) e
acentuou-se com final mínimo de -99 o que evidencia o processo de
biorremediação. Os dados relativos ao pH e potencial redox (Eh) são
parâmetros que devem ser observados nos sistemas marinhos ao aferir informações
sobre as variações das condições ambientais geoquímicas e a respeito das
tendências das degradações dos hidrocarbonetos.
A fim de acompanhar as transformações
bioquímicas foram feito gráficos de salinidade e Eh (Mv), observou-se que a
cada duas semanas tem um pico de Eh (Mv) mais baixo, indicando a
biorremediação, sendo que na última semana foi menos intenso com menor condição
redutiva. Acompanhando-se o desenvolvimento observa-se que:
como a água salina dos aquários foi trocada a cada semana, inicialmente se
mantinham com pouca salinidade aumentando gradativamente e acentuou-se nas
amostras do fungo Penicillium na 6ª semana.
Cada
simulação do experimental foi caracterizado por Cromatografia líquida do óleo
total obtendo-se, assim, os resultados e detalha
o tipo de amostra, numero de hidrocarbonetos, quantidade de hidrocarboneto em
mg por Kg de óleo, quantidade de mistura não resolvida em mg por Kg de óleo,
quantidade de pristano em mg por Kg de óleo e quantidade em mg de fitano em mg
por Kg de óleo.
De
posse deste banco de dados específicos resultantes da biorremediação de
manguezais contaminados, pode-se fazer várias modalidades de investigação
observando o comportamento de cada componente e as transformações de suas
substancias para comprovação da biorremediação. Assim sendo pode-se concluir
que houve ruptura total por fungos de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos,
antraceno, fenantreno e pireno, com formação
de parafinas alifáticos.
Foram selecionados os resultados
obtidos da simulação de Aspergillus e
mamona e foram feitos gráficos de cada uma das semanas,
acompanhando-se a biorremediação. Foi observado que nas simulações 2, 6, 10,
14, 18, 22 e 26 havia um pico acentuado entre C23 e C24 chegando a atingir 230
m Volts em tempo 20 min, provavelmente de compostos NSO já identificado no
Gráfico Ternário. Entretanto na simulação 30 já não ocorre, atribuindo-se que
estes (Nitrogênio, Enxofre e Oxigênio) contribuíram para as transformações
bioquímicas e quebra da cadeia linear dos hidrocarbonetos. Havendo, portanto
uma diminuição do pico e uma acentuada curva da base do cromatograma que indica
o aumento de mistura não resolvida e aumento de biorremediação.
Em seguida foram feitos os gráficos das
simulações de NPK e Aspergillus o que mostra também nas últimas semanas o aumento da curva da base com
mistura não resolvida e da biorremediação. Durante o tempo em que se desenvolveu o
experimental no laboratório de campo, foi também desenvolvida a biorremediação
com bactéria específicas foi, portanto comparado um dos cromatogramas obtido,
para discussão. Entretanto é salientado que o sedimento contaminado manguezal
foi escolhido mais compactado com petróleo, enquanto que o sedimento das
bactérias foi mais exsudado menos contaminado.
De acordo com o cromatograma de Aspergillus,
60 dias, ouve um aumento de mistura não resolvida (MCNR) e uma elevação na Figura
a qual permite sugerir que ouve biorremediação, possivelmente dos
hidrocarbonetos aromáticos. Isto se explica no aumento de hidrocarbonetos
saturados da cadeia C14 e C15 se destacando. O que não acontece com o
cromatograma de bactérias no qual é menor MCNR, entretanto é maior a
biorremediação de saturado, do que se conclui que ambos contribuem para o
processo de biorremediação.
Quando sobrepostas às fotos dos
cromatogramas verifica-se detalhadamente o aumento da base com os
compostos NSO e alcanos saturados, ocorrendo também um aumento da curva
indicando a biorremediação dos aromáticos da simulação Aspergillus e mamona com 60 dias.
Foram analisadas as quatro
simulações e comparando-se os resultados, o fungo Aspergillus com mamona obteve melhor
biorremediação, isto é foi detectado menor quantidade de hidrocarboneto do que
o Penicíllium.
Foi calculada a concentração da mistura não
resolvida MCNR, que não é reconhecida, identificada, para análise no
cromatógrafo para cada uma das analises. Estes procedimentos foram
realizados a fim de melhor analisar o aumento de hidrocarbonetos de alcanos de
cadeia aberta. Verificou-se que os fungos Aspergillus com NPK obtiveram menor concentração atingindo até 40.000 ppm, o que caracteriza uma maior biorremediação seguido por Aspergillus e Penicillium com
mamona em torno de 50.000 ppm e Penicillium com NPK foi o que
obteve maior MCNR em até 60.000 ppm (menor biorremediação) .
Foram feitas as alíquotas do extrato e calculado
a concentração em ppm pelo tempo em semanas, o valor dos picos em ppm dos HTP
do óleo ppm e do MCNP ppm (mg MCNP Kg óleo) dos marcadores Pristano ppm (mg
MCNP Kg óleo) e Fitano ppm (mg MCNP Kg óleo). Desta forma foram avaliadas as
degradações dos
hidrocarbonetos total do sedimento manguezal, e dos cíclicos, fitano e pristano porque estes são de mais difícil
degradação, servindo assim de biomarcadores.
Como também ao se comparar os
bioetimulantes, o Aspergillus com NPK mostrou-semais eficiente do que o
Penicillium e NPK. Ainda, nesta fase, no monitoramento geoquímico
que visa avaliar as diversas etapas da degradação do contaminante. Foram coletadas amostras periódicas e realizado sua
caracterização incluindo análise por processos cromatográficos, líquido
acoplado à EM.
Com o objetivo de pesquisar o
aumento de hidrocarboneto em fluidez na mistura microbiológica após a
biorremediação foram feitas as normalizações da área total dos hidrocarbonetos
totais de n-C14 à n-C40 com Aspergillus
e mamona e do Aspergillus e
NPK. Houve um aumento de hidrocarbonetos entre as cadeias menores
entre C18 e C19 e entre C23 à C 25, ainda entre C33 à C38.
Verificou-se que nas simulações de Aspergillus
com NPK ouve um acréscimo de hidrocarbonetos maior em relação ao Aspergillus
com mamona e em relação ao referencial branco principalmente entre C-22 e C-24,
e mais predominante entre as cadeias carbônicas de C-33, 34, 35 e em C-38 e
C-39. Verificou-se também que, a adição de nutrientes nitrogenados,
contribuiu para as transformações bioquímicas.
Utilizando a técnica de Fluorescência de Raios-X foi
possível analisar a contribuição dos inorgânicos na biorremediação, os quais
contribuem para as transformações bioquímicas dos compostos. Dentre os elementos que contribuíram para a
biorremediação, o enxofre, presente no petróleo e na mamona tornou-se o
principal agente nas reações bioquímicas com o aminoácido cisteína da ricina de
mamona. Inicialmente
foi feito a análise do sedimento manguezal. Na seqüência foram analisadas as
amostras colhidas durante as 8 semanas de biorremediação.
Destaca-se na 1ª semana o cloro
proveniente da solução salina de produção, enquanto que na última semana do
experimento aumenta o percentual de silício e o cloro é carreado em
reações bioquímicas em outros compostos. Desse modo, produz uma emulsão
superficial de biopolímeros orgânicos na solução aquosa do tanque aquário
experimental. Foi investigada a transformação bioquímica existente durante o processo
de biorremediação com ricina da mamona e Fungos.
Durante a análise visual da Solução Salina, percebeu-se que, com 4 dias, a simulação com o fungo Aspergillus sp e o bioestímulo torta de
mamona gerou, em cima da água, uma camada de emulsão oleosa, que passou a ficar
escura e turva. Com 15 dias, a solução apresentava-se muito escura, com fermentação
dos fungos e emulsão na superfície. Já com 34 dias, as substâncias que estavam
emulsificadas formaram uma película, enquanto que a solução salina tornou-se de
cor clara, sem espuma. Estas foram analisadas em XRF e Infravermelho e
identificadas como Biopolímeros Protéicos. Como forma de
biorremediação do sedimento contaminado, resultou pela ação dos fungos a
transformação de substâncias HPAs em moléculas menores e voláteis, lançadas
para a solução salina, vindo a reagir com a enzima da proteína vegetal ricina
da mamona.
Foi investigada a contribuição dos metais em % durante 8
semanas da simulação de Penicillium com mamona e Penicillium com NPK.
Verificou-se um aumento de metalóides na última semana de Penicíllium com
mamona em quase todos os metalóides. A 1ª semana de Penicillium com
NPK foi o índice percentual de menor relevância.
Nas
semeaduras em placas de Petri não utilizadas no experimental de campo foi observado, após
90 dias da semeadura desses fungos, que haviam se desenvolvido, na parte
superficial das placas, maior
proliferação e concentração da população fúngica. Notaram-se acima dos esporos
dos fungos, pequenos cristais sólidos, transparentes e com brilho (Capítulo 5). Os cristais foram produzidos a partir dos
rejeitos dos fungos, isto é, filamentos dos quais se serviam como seus esporos,
e provavelmente da captura dos hidrocarbonetos voláteis em sais minerais de
halita. Estes foram cristalizados a partir do fator tempo, quanto mais tempo em
dias, mais produziu cristalização de forma quadrada, em filetes tipo agulhas,
por isso foi feita a 2ª semeadura com o fator tempo após 90 dias com cristais
em filetes maiores. Com o processo de cristalização resultando no produto
cristal, foi desenvolvido um diagrama esquemático para a
caraterização química orgânica e inorgânica, após a coleta e seleção com
identificação do Cristal Proteico de Amida.
Foram comparadas as análises de
infravermelho do Biopolímero e Cristal
Protéio, como resultado, foi constatado os picos nitogenados e halogenados atuando
em reações de transformações de diferentes tempos, locais, estado físico e,
finalmente, na produção de produtos. Podem-se verificar os mesmos compostos
orgânicos dos grupos funcionais que se obteve com a análise de infravermelho do
produto residual cristalizado. Porém, a transmitância da película membranar se
efetiva de 0 a 40%, enquanto que a transmitância, fração de energia luminosa,
incidente do comprimento de onda do cristal se efetiva acima de 30 a 60 %.
Observou-se em ambos os espectros o pico X= 1.637 de amidas secundárias.
Fig. Processo de biorremediação fungos Aspergillus spp, sintetização de biopolímero
Fig. Processo de biorremediação fungos Aspergillus spp, sintetização de biopolímero
Após a obtenção dos resultados
foi feito estatisticamente a Análise Covariante dos Dados - PCA e se analisou a
maior e menor biorremediação das amostras de Aspergillus e mamona e Aspergillus
e NPK. Sendo que para Aspergillus e mamona obteve-se no fator (2)
23,19%, com maior concentração dos HTP na amostra 14 e menor concentração na
amostra 18 (4ª semana). Para o fungo Aspergillus e NPK obteve-se no fator (2)
21,72 %, com maior concentração na amostra 13.
Foi comparado em gráficos
estatísticos os resultados de cromatografia com relação aos inorganicos de XRF
e observou-se que com Aspergillus e
torta de mamona há uma maior degradação de MCNR (aromáticos) com a influencia
de Enxofre e Potássio. No entanto há uma inibição da degradação com Titânio e
Cálcio.
Com o fungo Aspergillus e o bioestímulo NPK ouve uma
maior degradação de MCNR (aromáticos) com Zircônio e Manganês e menor
degradação com Vanádio.
No capítulo 4, tem-se o artigo 1
que trata da mistura microbiológica a qual foi aplicada na biorremediação de
campo desse trabalho. Explica como foi concebida e comprova a sua eficiência
através das técnicas de XRF e cromatografia gasosa.
No capítulo 5, tem-se o artigo 2,
que trata do procedimento e validação da biorremediação propriamente dita, com
a identificação do sub-produto biopolímero. Discute os dados de validação
através das técnicas de XRF, cromatografia gasosa e infravermelho.
No capítulo 6, tem-se o artigo 3
que trata do produto específico Cristal Protéico de Amida. Discute a
caracterização da composição química do cristal através das técnicas de XRF,
cromatografia gasosa, infravermelho e difratometria de Raios-X. Esse artigo
será publicado posteriormente em revista específica ainda não definida.
Nos Apêndices estão expressos
outros resultados obtidos com a pesquisa desenvolvida bem como solicitações de
depósitos de Patentes de Invenção (PI).
Destaca-se que as patentes
solicitadas são:
1 – (Apêndice H) Universidade
Federal da Bahia, Instituto de Química, Instituto de Geociências. Cristina
Maria Quintella; Odete Gonçalves; Patente de Invenção BR 221109478318 - PROCESSO MICROBIOLÓGICO PARA CAPTURA DE
VOLÁTEIS E PRODUÇÃO DE BIOPOLÍMERO PROTÉICO, 2011.
2 – (Apêndice I) Universidade
Federal da Bahia, Instituto de Química, Instituto de Geociências. Cristina
Maria Quintella; Odete Gonçalves; Jorge Alberto Trigüis; Patente BR
221109478199 - PROCESSO PARA OBTENÇÃO DE
BIOSSENSORES E BIOSSENSORES, 2011.
3 – (Apêndice J) Universidade
Federal da Bahia, Instituto de Química, Instituto de Geociências. Cristina Maria
Quintella; Odete Gonçalves; Patente de Invenção BR ESTAÇÃO DE TRATAMENTO SUBTERRÂNEA PARA DERRAMES DE PETRÓLEO OU ESGÔTO
COM APLICAÇÃO DE MISTURA MICROBIOLÓGICA E MÉTODO DE FUNCIONAMENTO, (em sigilo),
2012.
Além disso, nos Anexos encontram-se
resumos e artigos apresentados em congresso, anexo da Figuras da proteína
ricina e dos aminoácidos cisteína, e fotos do experimental de campo durante o
desenvolvimento dos trabalhos.

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