UFBA.
Instituto de Química (Salvador). Cristina Quintella; Odete Gonçalves. PI BR 0335310, “Estação de
Tratamento Subterrânea para derrames de petróleo ou esgôto com aplicação de
mistura microbiológica e método de funcionamento", 28 dez. 2012.
Campo da invenção
A presente invenção trata de uma estação
submarina de tratamento de sedimentos contaminados com petróleo, derrames,
efluentes residuais marítimos o qual encerra na sua estrutura uma plataforma
submarina ou subterrânea brindada ou fechada em concreto com acesso para manutenção,
composta de mais três tanques em declive com: Tanque nº1 “espalhamento”, tanque
nº2 “reservatório residual”, o tanque nº3 de “captura”.
FIGURA1: Estação de
tratamento, figura total
A Figura 2 apresenta base cabine de comando, maquinário
centrifugador com temperatura e saída de injeção.
A Figura 3 apresenta tanque 1, recipiente amplo e aberto
com caimento para fosso em declive vertical acentuado, geração de pressão.
A Figura 4 apresenta características
do fosso vertical, com atenção para base de construção reforçada e superfície
aberta com liberação dos voláteis (pequenas moléculas).
A figura 5 apresenta o tanque
2, grande reservatório de sedimentação e separação de fases, sólido/líquido, com
vazão líquida e pastosa. Ainda neste tanque uma saída lateral do sedimento
biorremediado com programação periódica.
A figura 6 apresenta o tanque 3, pequeno coletor de biopolímeros pastoso, residual sobrenadante, com saída para a solução aquosa a ser tratada.
RESUMO
ESTAÇÃO
DE TRATAMENTO SUBTERRÂNEA PARA DERRAMES DE PETRÓLEO OU ESGÔTO COM APLICAÇÃO DE
MISTURA MICROBIOLÓGICA E MÉTODO DE FUNCIONAMENTO
A
presente invenção refere-se a uma estação subterrânea ou plataforma marítima
composta de um tanque na superfície e três tanques introduzidos no seu interior
hermeticamente fechado. O tanque de superfície recebe petróleo derramado,
rejeito petroquímico, borra oleosa ou de esgoto doméstico, neste é feito a
adição dos componentes de uma mistura microbiológica de tratamento, BR n. PI 1004444-2 A2,
03 mar. 2010. O produto é
canalizado para o 1º tanque de “espalhamento” e direcionado ao fosso canal de
queda livre; deste entra no tanque nº2 “reservatório residual”, onde com a
pressão da queda livre armazena a mistura que pela ação físico-química e
microbiológica é feita a separação do material sólido, líquido, gasoso em
fases. Conforme a razão injeção/vazão
obtém o equilíbrio e expulsa para o 3º tanque de “captura” o sobrenadante
“Biopolímero” e solução aquosa para tratamento. Tal produto é capturado da ação
dos microorganismos e retenção/aglutinação das partículas residuais e de óleo,
proveniente dos aminoácidos, microorganismos e vegetais. Além disso, possui um
aparador na parte superior interna da estação de tratamento, que funciona como
uma gaveta ao ser removido os cristais de halita com as moléculas orgânicas
reorganizadas pela condensação e solidificação. Os produtos gerados poderão ser
utilizados na indústria de Biotecnológia e Biomédica/Biossensor






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